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13/11/2017 às 13:26
Missa de Sétimo Dia do senhor Hélio Batista da Silva
Cristo ressuscitado é a esperança de todos os que crêem
Cristo, esperança de todos os que crêem, ao dizer: O nosso amigo Lázaro dorme (Jo 11,11), chama adormecidos e não mortos os que partem deste mundo.
Também o santo Apóstolo Paulo não quer que nos entristeçamos a respeito dos que já adormeceram, porque a fé nos assegura que todos os que crêem no Cristo, segundo a palavra do Evangelho, não morrerão para sempre. Sabemos, pela fé, que ele não está morto e nós também não morreremos. Com efeito, o Senhor mesmo, quando for dada a ordem, à voz do arcanjo e ao som da trombeta divina, descerá do céu e os que nele tiverem morrido ressuscitarão (cf. 1Ts 4,16).
Que a esperança da ressurreição nos anime, pois os que perdemos neste mundo tornaremos a vê-los no outro; basta para isso crermos no Senhor com verdadeira fé, obedecendo aos seus mandamentos. Para ele, todo-poderoso, é mais fácil despertar os mortos que acordarmos nós os que dormem. Dizemos estas coisas e, no entanto, levados não sei por que sentimento, desfazemo-nos em lágrimas e a saudade nos perturba a fé. Como é miserável a condição humana e nossa vida sem Cristo torna-se sem sentido!
Ó morte, que separas os casados e, tão dura e cruelmente, separas também os amigos! Mas teu poder já está esmagado! Teu domínio impiedoso foi aniquilado por aquele que te ameaçou com o brado de Oséias: Ó morte, eu serei a tua morte! (Os 13,14 Vulg.). Nós também podemos desafiar-te com as palavras do Apóstolo: Ó morte, onde está a tua vitória? Onde está o teu aguilhão?(1Cor 15,55).
Quem te venceu nos resgatou, ele que entregou sua amada vida às mãos dos ímpios, para fazer dos ímpios seus amigos. São inúmeras e várias as expressões da Sagrada Escritura que nos podem consolar a todos. Basta-nos, porém, a esperança da ressurreição e termos os olhos fixos na glória de nosso Redentor. Pela fé já nos consideramos ressuscitados com ele, conforme diz o Apóstolo: Se morremos com Cristo, cremos que também viveremos com ele (Rm 6,8).
Já não nos pertencemos, mas somos daquele que nos redimiu. Nossa vontade deve sempre depender da sua. Por isso dizemos ao rezar: Seja feita a vossa vontade (Mt 6,10). Pela mesma razão, devemos dizer como Jó, quando choramos alguém que morreu: O Senhor deu, o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor (Jó 1,21). Façamos nossas estas palavras dele, a fim de que, aceitando como ele a vontade do Senhor, alcancemos um dia semelhante recompensa.
É com este sentimento que eu, Pe. Tadeu, e meus familiares, queremos  agradecer de coração a toda nossa querida Paróquia de Santa Rita de Cássia, representada em suas pastorais, movimentos, grupos, serviços, projetos sociais, enfim, a todos indistintamente e mais ainda, a toda nossa amada cidade de Santa Rita do Passa Quatro, com  seus distintos representantes, que neste momento de luto, fizeram-se tão próximos, estreitando ainda mais os laços de amizade que tanto cultivamos. A todos, o nosso muito obrigado.
Aproveitamos o ensejo para convidá-los à Missa de Sétimo Dia de meu pai, senhor Hélio Batista da Silva, que dar-se-á no Santuário Santa Rita de Cássia neste sábado, 18 de novembro de 2017, às 19:00, para que juntos elevemos uma ação de graças Àquele que nos garantiu a vida eterna: Nosso Senhor Jesus Cristo!
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